A ética dos pequenos atos
agosto 12, 2010 by iSecretarias
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É incrível como aprendemos sobre pessoas usando a técnica denominada “observação passiva”. Trata-se, simplesmente, de prestar atenção ao comportamento humano, especialmente nas pequenas coisas, sem interferir. Tive recentemente uma experiência com a qual pude aprender sobre coerência de conduta. Eu estava na sala de embarque do aeroporto. Também estava ali um conhecido e controvertido político, desses que passam a maior parte do tempo dando explicações sobre suspeitas de corrupção. Leia mais…
Erros no trabalho
março 25, 2010 by iSecretarias
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Segundo especialistas, falta de conhecimento, comunicação imprecisa, desmotivação e problemas pessoais são as principais razões das falhas profissionais.
Errar é humano, mas como as falhas podem ser evitadas no trabalho? Segundo consultoras organizacionais, a resposta é simples: o profissional deve ser atencioso, ou seja, concentrar-se na tarefa que está sendo executada. “Quanto maior o conhecimento sobre o trabalho menor será a possibilidade de erro”, afirma Stefânia Giannoni, consultora de empresas, especialista em treinamento de líderes. Leia mais…
Os temores de dar e receber Feedback
março 25, 2010 by iSecretarias
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Uma pesquisa da consultoria Missel aponta que os gestores ainda estão despreparados para dar retornos aos seus funcionários.
Uma pesquisa desenvolvida pela Missel Capacitação Empresarial revela que os gestores das empresas brasileiras estão ainda despreparados para dar retornos aos funcionários, o chamado Feedback. A pesquisa foi realizada com o objetivo de investigar as dificuldades e prejuízos que sofrem as pessoas e as organizações pela baixa freqüência e qualidade da troca de informações entre gestores e profissionais, a respeito das atividades e relacionamentos no dia-a-dia do trabalho. Leia mais…
Não sou perfeita, e daí?
março 15, 2010 by iSecretarias
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Toda mulher deve refletir sobre sua rotina e suas “obrigações” para ser feliz.
Que ser mulher não é fácil, isso todas nós já sabemos… Aliás, acredito que a maioria de nós já não aguenta mais esses artigos que ficam dando dicas e mais dicas sobre como equacionar a rotina do trabalho, da casa, da família e ainda estar maravilhosa no final do dia sobre um belíssimo salto 10! Por falar em 10, essa bem que poderia ser a nossa avaliação por parte daqueles a quem dedicamos as melhores horas do dia… O Chefe, a equipe de trabalho, o marido e os filhos.
Como podemos manter a nossa sanidade enquanto o nosso check-list de obrigações só cresce? Um bom começo seria quebrar pelo menos algumas dessas ilusões que tomamos feito bandeiras a serem defendidas como verdades absolutas, como a de que conseguimos conciliar facilmente todos esses papéis com muito charme e elegância. Excetuando-se as milionárias de plantão, e olhe lá… Estar glamourosa na frente do fogão, durante uma troca e fraldas ou quando aplicamos hidratação nos cabelos enquanto lavamos as roupas da semana e a casa é organizada, é uma tarefa no mínimo impossível!
Entender isso é o primeiro grande passo para nos libertarmos das algemas dos perfeccionismo vendido em revistas femininas e comerciais de TV. Aceitar as nossas limitações nos faz diminuir as expectativas imensas que criamos em sermos super poderosas!
Quando olhamos para nós mesmas com mais generosidade e menos cobranças, subliminarmente acabamos ensinando isso aqueles que nos rodeiam: “Conte comigo, mas entenda que sou humana!” Só assim poderemos pedir para alguém da família lavar a louça irmos caminhar no parque. Apenas dessa forma sentiremos menos receios na hora de dizer: “Isso eu não posso fazer” ou “estou sem tempo para mais esse compromisso”. Somente assim teremos meia hora do dia para meditar, repensar as nossas escolhas ou simplesmente para olharmos vitrines.
Ser mulher dá trabalho, mas a maior de todas as tarefas começa dentro de nós mesmas, no exato momento em que compreendemos que dizer não para os outros e sim para nós é normal! No dia em que além de sabermos que uma determinada hora do dia é só nossa e, ao invés de sentirmos culpa sentirmos prazer, saberemos que estamos nos libertando da escravidão que impomos a nós mesmas.
*Lígia Guerra é escritora e psicóloga, especialista em psicologia analítica e do trabalho. Sua atuação profissional visa promover o autoconhecimento e o aprimoramento do ser humano. A autora do livro “O segredo dos invejáveis”, publicado pela Editora Gente. Ministra palestra em organizações de todo o país. Para conhecer melhor o seu trabalho acesse o seu site: www.ligiaguerra.com
Fonte: http://carreiras.empregos.com.br
Networking e estudo são essenciais para recolocação profissional
março 10, 2010 by iSecretarias
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Segundo consultor empresarial, mulheres que deixaram a carreira para se dedicar a assuntos pessoais podem contar com a internet como valiosa ferramenta para conectar-se ao mercado de trabalho.
É fato. Mulheres que deixaram a carreira para se dedicar ao casamento, à maternidade ou a outros fatores pessoais, ao buscarem uma recolocação no mercado de trabalho, em tese, estão em desvantagem em relação aos demais concorrentes. As que chegaram na casa dos 40 encontram-se em situação ainda mais delicada. Não há dúvidas de que o mercado tem preferência pelas candidatas jovens, solteiras, com experiência profissional e sem filhos. Mas nem sempre os profissionais jovens têm maturidade suficiente para assumir determinadas funções. Nesse caso, a experiência de vida pode ser um diferencial. É evidente, porém, que este quesito está longe de ser o único critério de peso na hora de definir de quem será a vaga ofertada pelas empresas.
Diante do cenário competitivo e das exigências mercadológicas atuais, as candidatas que almejam recolocação profissional devem correr contra o tempo. “Uma das formas de se voltar novamente para o mercado é retomar os contatos profissionais. A internet é uma ferramenta interessante para se fazer isso”, afirma o consultor de empresas Paulo Queija, diretor da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial.
A internet é um valioso instrumento para se fazer networking – por meio das redes sociais – para conhecer o mercado e pode ser útil ainda para a realização de cursos não-presenciais. Ela pode ser o ponto de partida para as mulheres que querem se recolocar, contudo, quem objetiva retornar à vida profissional depois de alguns anos fora do mercado deve ir além.
Segundo Queija, é importante a candidata ter boas relações com profissionais da área para a realização de encontros informais ou até mesmo para propor uma visita no local de trabalho deles, se isso for permitido. Os cursos presenciais, nesse caso, podem ser mais interessantes, pois propiciam maior proximidade com as pessoas do mesmo campo de atuação de modo mais rápido. “Nos cursos, as mulheres podem se conectar aos demais profissionais da área”, destaca o consultor.
Processo seletivo
Viagens, congressos, palestras ou cursos realizados durante o período de afastamento no mercado podem ser relevantes para o currículo, mas vai depender da relação que essas experiências têm com á área de atuação e se essas vivências estão coerentes com o mercado de trabalho.
Uma profissional da área de turismo ou de relações públicas que fez viagem internacional, por exemplo, pode citar isso no currículo, já que este quesito tem relevância para estas áreas. A vivência no exterior é relevante também porque mostra que a candidata tem fluência em língua estrangeira. Por outro lado, não seria interessante especificar uma palestra ou um curso realizado dois anos atrás cujo conteúdo não condiz com o mercado de trabalho atual.
Segundo Queija, o ideal é que palestras e cursos rápidos sejam revelados apenas na entrevista para não “carregar” demais o currículo, que poderá ser descartado. O consultor diz que a profissional deve se perguntar sempre o que determinada informação ou aprendizado vai agregar em sua função na organização, antes de lançar dados no currículo. Ele aconselha também as candidatas a ficarem atentas nas pistas que o recrutador dá durante o processo de seleção com relação ao que ele espera delas. “Na hora que a candidata estiver conversando com o recrutador e ele trazer para a entrevista pistas sobre o que a empresa quer dela, ela deve trazer determinados cursos e palestras para a conversa”, afirma.
Estou “velha” para o mercado
Se você chegou aos 40, busca uma recolocação e acha que a idade pode ser um fator contra na hora de procurar emprego, está certa. Não se desespere. A maturidade também pode ser considerada um aspecto positivo.
Segundo o consultor de empresas Paulo Queija, para cargos de gerência ou liderança as empresas buscam pessoas mais experientes. O problema é que se a candidata estiver muito tempo fora do mercado, as organizações não vão se sentir seguras em confiar uma função que exige tomada de decisões e gerenciamento de equipes a esta profissional.
Queija explica que profissionais que já ocuparam cargos de liderança e decidiram deixar o mercado por fatores pessoais se encontram em desvantagem quando retornam ao ambiente corporativo e por isso podem ocupar funções técnicas e terem seus salários reduzidos. “É uma maneira de a profissional provar a que veio”, diz o consultor. Quem não está a fim de começar tudo de novo tem a opção de se voltar ao empreendedorismo, ou seja, abrir seu próprio negócio sob a orientação de empresas ou órgãos especializados. É uma questão de escolha.
Por: Rômulo Martins
Fonte: http://carreiras.empregos.com.br








