Eco eficiência, Eco gestão e Secretariado
agosto 12, 2010 by iSecretarias
Categorias: Comportamento
Como adotar medidas para colaborar com a empresa e com o planeta.
Num cenário em que os níveis gerenciais desenvolvem-se, desdobram-se e sofisticam-se no rumo da sustentabilidade e da responsabilidade social e ambiental, o profissional do Secretariado também pode ser o agente facilitador e viabilizador ideal da transição para a era das empresas eco conscientes e na gestão empresarial eco responsável.
Em entrevista ao site Empregos.com.br, Isabel Cristina Baptista, presidente do SINSESP fala sobre Eco Consciência, Eco gestão e a Sustentabilidade. Ela explica de que forma um profissional pode contribuir com a empresa e com o meio ambiente por meio de ações simples e eficazes. Confira:
Por Rômulo Martins
Fonte: http://carreiras.empregos.com.br
Como se dar bem com o chefe
junho 9, 2010 by iSecretarias
Categorias: Comportamento
Aprenda como ter uma boa convivência com seu superior, mesmo se ele for difícil de lidar.
A maioria de nós (menos as muito, muito sortudas) já trabalhou ou ainda vai trabalhar com um chefe complicado, daqueles difíceis de engolir. Só para dar uma idéia do estrago que uma criatura dessas pode provocar, basta dizer que o motivo de mais de 75% dos pedidos de demissão é exatamente este: dificuldade de conviver com aquele chato (ou com aquela doida varrida).
O cálculo é do consultor americano Ros Toynbee, especialista em relações profissionais, que sugere aqui atitudes salvadoras para você adotar quando estiver a ponto de perder a esportiva e, pior, seu emprego promissor. A primeira: reconhecer que viver espumando de raiva não vai levá-la ao topo. Goste ou não do seu superior, relacionar-se bem com ele é fundamental para a sua ascensão na carreira, ressalta Toynbee. Ou você vai abandonar seus planos de fama, fortuna e sucesso só por causa do tal? Pense que o mundo dá muitas voltas… e aprenda a lidar com os cinco tipos mais comuns, irritantes e perigosos hoje.
O grosso
Também conhecido como o mal-educado, esse tipo é uma bomba de efeito moral. Acha que tem direito de berrar com os funcionários na frente dos outros, o que faz todo mundo ficar sempre com o pé atrás ou se sentir incompetente.
Seu contra-ataque
Para enfrentá-lo, concentre-se nas atitudes dele e nunca leve a coisa para o lado pessoal. Por exemplo: em vez de dizer Quando você acabou comigo na frente dos meus colegas, fale Quando você criticou a minha sugestão. Daí, explique como isso prejudica seu desempenho. Em seguida, reconheça que tem parte da responsabilidade pelo conflito (dividir a culpa predispõe o brutamontes a seu favor) e, então, apresente uma proposta para resolverem o problema sem novos berros.
O enrolado
Seja ele incompetente ou inábil no trato com pessoas, trabalhar com um chefe que não consegue dar instruções claras deixa qualquer uma perdidinha da silva.
Seu contra-ataque
Dê ao infeliz o benefício da dúvida. Pode ser que tenha sido jogado aos leões (isto é, num cargo de chefia) sem a devida preparação. E, por isso, esteja assustado. Tente descobrir suas qualidades – se chegou ao topo, alguma deve ter -, diga como gostaria de trabalhar e pergunte o que ele sugere para que você e a equipe cooperem. Talvez se sinta estranha por assumir o controle, mas o provável é esse tipo de chefe encarar a atitude como uma ajuda que chega em ótima hora.
O nervosinho
A incapacidade de manter a calma faz com que a simples presença dele crie tumulto. A sensação de crise iminente deixa os subordinados se achando inábeis e com ódio mortal pelo trabalho.
Seu contra-ataque
Ou esse cara tem necessidade de ser o centro das atenções ou não apresenta o menor talento para chefiar uma equipe. Pode, ainda, ser inseguro ou estar sob pressão. Quando ele der um ataque de ansiedade, saia de perto. E aproveite um dos raros momentos sem drama para explicar que, se você não ficar contornando catástrofes, até consegue fazer aquele trabalho pedido para ontem. Não havendo mudança, melhor se oferecer para ajudá-lo na divisão das tarefas, já que o grande problema desse tipo é não suportar o peso da responsabilidade.
O controlador
Ele costuma vigiar cada movimento dos subordinados, dando a impressão de que não confia em ninguém.
Seu contra-ataque
Algumas pessoas precisam de tudo muito bem explicadinho, e você não deve levar essa vigilância para o lado pessoal. Melhor dar ao chefe todos os detalhes sobre o andamento do trabalho antes que ele comece a xeretar. Mas explique que ficar fazendo relatórios diários tira sua concentração. Que tal combinarem de você passar as informações a ele uma vez por semana? Se depois de três meses não estiver satisfeito, podem repensar a questão.
O safado
Um chefe que abusa do charme, faz insinuações sexuais ou demonstra segundas intenções cria o pior dos climas. As subordinadas muitas vezes não têm absoluta certeza de que estão sendo assediadas e ficam sem saber como agir.
Seu contra-ataque
Se achar que o sujeito passou do limite, diga que não admite esse tipo de tratamento. Se o safado insistir, faça uma denúncia ao RH (se há um código de conduta, o procedimento fica ainda mais acessível) e considere ir à Justiça.
Estas leitoras contam suas táticas para se dar bem com superiores difíceis.
Técnica do espelho
Um dia, notei que meu chefe havia cometido um erro. Apesar do medo de questioná-lo, usei argumentos dele mesmo para explicar o porquê de eu achar que havia um problema. Fui elogiada e tratada com mais respeito.
Juliana Cezarino, 20 anos, estudante de Direito, Bauru, SP
Paciência e submissão
Trabalhei por dois anos com um superior cheio de manias. Para dobrá-lo, procurava ouvi-lo, acalmá-lo. Quando queria apresentar uma idéia, esperava o tal estar livre. E sempre o deixava a par da minha agenda de tarefas. Com isso, conquistei sua confiança e ganhei um admirador do meu trabalho!
Elaine Lopes, 33 anos, psicóloga, Ribeirão Preto, SP
Nada de mal-entendidos
Procuro combater chefes inseguros trabalhando melhor que o esperado. Se ela (ou ele) resolve partir para o lado pessoal, digo que prefiro conversar sobre o assunto fora do ambiente de trabalho. Nunca deixei uma situação mal resolvida, pois isso seria usado contra mim mais na frente.
Fernanda Nilda, 32 anos, comissária de bordo, São Paulo, SP
Cabeça erguida
Todos temiam meu chefe. Um dia, disse a ele quanto gostava de trabalhar lá, embora ele maltratasse a equipe. O cara me chamou de petulante, mas falou que tinha futuro na empresa. Aprendi muito com ele e ele comigo.
Kamile Salles, 31 anos, empresária, Palmas, TO
Por Isadora Penteado
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br
Descubra o que seu chefe pensa sobre você
maio 21, 2010 by iSecretarias
Categorias: Comportamento
Saiba como suas atitudes no trabalho são vistas pelo seu superior e aprenda como ganhar o respeito dele!
Quantas vezes você não teve vontade de ler pensamentos para saber o que passava pela cabeça de seu superior imediato? Por mais aberta que seja sua relação com quem está no comando, é natural que se preocupe com a avaliação que ele tem a seu respeito e questione se realmente diz tudo o que acha de seu comportamento profissional.
Texto completo apenas para usuários cadastrados.
Se não é cadastrado e tiver interesse, faça o seu cadastro. É gratuito!
O poder e a importância da paciência
maio 11, 2010 by iSecretarias
Categorias: Comportamento
Nunca como nos dias de hoje a virtude da paciência andou tão em falta. Tudo corre e deve correr. O tempo urge. Os compromissos se multiplicam. O excesso de informação nos faz ter a sensação de eternos atrasados – no tempo, no espaço, na vida.
Perdemos a noção do tempo da natureza – de que as coisas devem nascer e crescer. De que a semente leva um tempo para germinar. A planta, um tempo para crescer. O fruto, um tempo para amadurecer. Queremos tudo já! Imediatamente já! Para ontem! Leia mais…
Concorrência X Inteligência
março 23, 2010 by iSecretarias
Categorias: Comportamento
Consultora em Coaching chama atenção para os pontos positivos e negativos da competitividade entre as pessoas nas organizações.
Uma das maiores limitações para a expansão das potencialidades humanas reside no fato de que a humanidade, em sua maioria, ainda vive no modelo intelectual da concorrência. Na trajetória do desenvolvimento humano várias são as fases encontradas. Uma delas, não muito distante, é a das batalhas travadas para conquistar terras e alimentos, fase que está ainda fortalecida em nossos modelos mentais. Hoje, as batalhas são mais sutis, mas o impulso de “vencer” por meio da “derrota” alheia continua forte no DNA da humanidade. Leia mais…








