Origem da profissão
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Diz-se que a origem da profissão não pode ser conhecida com precisão, tão pouco determinar uma data exata. Contudo, verificou-se que os primeiros registros da profissão secretária datam dos tempos dos faraós, sendo exercida pelo sexo masculino, na figura dos escribas. |
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O escriba ou escrivão era a pessoa na antiguidade que dominava a escrita e a usava para, a mando do regente, redigir as normas do povo daquela região ou de uma determinada religião. Ele fazia contas, classificava os arquivos e redigia as ordens, bem como recebê-las por escrito e, por conseguinte, era naturalmente encarregado por sua execução. |
| Tempos depois, com a Revolução Industrial, volta a aparecer a função de secretário e, após as duas guerras mundiais, por falta de mão-de-obra masculina, que fora direcionada para os campos de batalha, houve o surgimento da figura feminina bastante atuante na área, na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, a mulher surge como secretária na década de 50. Nessa mesma época, houve a implantação de cursos voltados para a área como, por exemplo, técnico em secretariado.
Vejamos um breve histórico: Nos anos 50: com a chegada das multinacionais, executando algumas técnicas como: datilografia, taquigrafia, organização de arquivos, anotações de recados e atendimento telefônico. Anos 60: inicia-se o treinamento gerencial, e ter uma secretária passa a ser status iniciando-se assim uma valorização da secretária por parte dos empresários brasileiros. Em 1969, é criada a Universidade Federal da Bahia o 1º curso de Secretariado Executivo do Brasil. Na década de 70 a secretária passa a ser membro ativo na gerência. Nos anos 80 a secretária é assessora. Nesta época, a categoria conseguiu, por meio de muita luta, a regulamentação da profissão, com a assinatura da lei nº 7.377, de 30/09/1985. Com a regulamentação, a classe ganhou força, surgindo os sindicatos das secretárias. Em 1988, foi criada a Fenassec – Federação Nacional de Secretárias e Secretários em Curitiba, Paraná. Em 7 de julho de 1989 é publicado o Código de Ética Profissional, criado pela União dos Sindicatos. Na década de 90 presenciou-se um dos melhores momentos da profissão de secretária que se caracteriza, como uma figura importante na empresa, pois, com o advento dos recursos tecnológicos, mudou-se a forma de trabalhar no escritório, as organizações passaram a buscar intensamente a qualidade total e a valorização dos clientes. Segundo Ribeiro, “Tais transformações ocorreram principalmente com a introdução da reengenharia que redefiniu o papel dos que secretariavam, atribuindo a este, mais autonomia nas execuções das tarefas”. Agora no ano 2000, que o secretário seja empreendedor, assessor, executante, polivalente e que tenha uma visão holística. O trabalho da secretária mudou muito com o decorrer do tempo. Se antes precisava ser uma exímia datilógrafa e fazer exatamente o que o chefe pedia, hoje ela assume uma posição mais independente, tomando decisões e peneirando o que deve ou não chegar às mãos da chefia. A datilografia e a taquigrafia foram deixadas para trás e substituídas pelas novas tecnologias. Outro aspecto que também mudou foi a clássica divisão entre secretária júnior (iniciante), plena (meio de carreira) e sênior (executiva). Algumas empresas podem até usar as denominações, mas a verdade é que atualmente mesmo uma simples estagiária já pega um volume de trabalho compatível com o de uma profissional. A moderna secretária é praticamente uma assessora da presidência ou diretoria para a qual trabalha. Além de gerenciar a qualidade das atividades que desenvolve na empresa, também administra a vida e a agenda particular dos executivos. Logo, trata-se de uma tarefa de extrema confiança, que exige discrição absoluta. |
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| » Referências:
http://www.metodista.br/secretariado/curso/historia-e-origem-da-profissao-secretaria http://www.dasecretariado.ufba.br/hist%C3%B3rico_da_profiss%C3%A3o.htm http://www.fenassec.com.br/artigos/art58.htm http://www2.uel.br/cesa/dsec/hist.htm |
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